terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Forum Social dez anos
Porto Alegre é outra vez tomada pelos participantes do Forum Social. O evidente fracasso do evento foi mascarado por estar dividido em vários municípios da redondeza como São Leopoldo e Novo Hamburgo. A imprensa em busca de assunto repercutiu com páginas e páginas.Até o Estédile chefete dos sem-terra está por aí. Seguramente com diária paga pela nossa prefeitura. Quant a seu ícone maior, este deu uma passada por aqui par ir correndo ao Forum dos Ricos, e nem seu outro símbolo do antiamericanismo cego, o presidente Chavez não comparecerá, afundado nos problemas no qual mergulhou seu infeliz país. Alías numa pérola do pensamento antineoliberalismo raivoso ele declarou que o terremoto do Haití era uma experiência da marinha americana.
Yes, nós somos potência
Em reportagem de capa a Revista isto É analisa a euforia que tomou conta do país com a possibilidade de brevemente sermos a quinta economia do mundo.
" Nunca neste país...." ufanismo comparável ao tempo da ditadura com a "Campanha Brasil Ame-o ou deixe-o". Num passe de mágica passamos viver num paraíso; afinal vamos sediar a Copa do Mundo e a Olimpíada! Nada mais falso. O país continúa com imensos problemas. Para falar só de alguns, o nossos sitema educacional é um dos piores do mundo. Faltará mão de obra especializada. Enquanto no primeiro mundo a escolaridade média é de nove anos a nossa não chega a cinco. Falta-nos engenheiros de todos os tipos e temos uma grande quantidade de bacharéis que para trabalharem aspiram passar em concurso público. Uma jornalista de plantão nas nossas praias, do RS, pesquisou entre os que descansavam nas areias quem tinha um livro na mão. quase não encontrou ninguém. E os que liam eram na maioria esmagadora argentinos ou uruguaios.
" Nunca neste país...." ufanismo comparável ao tempo da ditadura com a "Campanha Brasil Ame-o ou deixe-o". Num passe de mágica passamos viver num paraíso; afinal vamos sediar a Copa do Mundo e a Olimpíada! Nada mais falso. O país continúa com imensos problemas. Para falar só de alguns, o nossos sitema educacional é um dos piores do mundo. Faltará mão de obra especializada. Enquanto no primeiro mundo a escolaridade média é de nove anos a nossa não chega a cinco. Falta-nos engenheiros de todos os tipos e temos uma grande quantidade de bacharéis que para trabalharem aspiram passar em concurso público. Uma jornalista de plantão nas nossas praias, do RS, pesquisou entre os que descansavam nas areias quem tinha um livro na mão. quase não encontrou ninguém. E os que liam eram na maioria esmagadora argentinos ou uruguaios.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Chavez e a esquerda Brasileira
O regime de Chavez sempre teve uma grande simpatia da esquerda brasileira.
Parecia o modelo anelado pelos petistas e que no Brasil não fora possível implantar.
Uma democracia plebiscitária, de pronunciamentos, de caráter claramente antiamericano, a supressão das liberdades e o ataque as oligarquias. O caminho para o partido único e um desprezo visceral por aquilo que desde Adam Smith constitui o exito do capitalismo: a livre iniciativa. Ora o PT por um golpe maquiavélico gestou aquilo que foi chamado Cartas aos Brasileiros que selou uma confiança do empresariado nacional e dos investidores estrangeiros. Não era, para um petista histórico, o governo dos sonhos. Pois este governo prometia manter a sacralidade dos contratos. No BC escolheu-se um chairman respeitado no mundo de Wall Street, executivo do Boston Bank e com força para não cair na tentação distributivista, num controle dos juros e da inflação.
E deu certo, no governo anterior as sementes já tinham sido plantadas. E o Brasil passa a ser atrativo para o investidor estrangeiro pois tinha arrumado sua casa. O povo sentiu o inestimável patrimônio que é ter uma moeda estável e baixa inflação. O presidente Lula auferiu os louros de tal sucesso. Não tendo muito a mexer manteve-se o cuidado nas contas e nos gastos públicos. O Brasil entrava no famoso "circulo virtuoso", onde milhões de brasileiros ingressaram no mercado de consumo e outros saíram da miséria absoluta. O Brasil, lógico tem ainda imensos problemas como a educação, saúde, máquina governamental paquidérmica e tendência ao gasto público desordenado e corrupção geral. Para que mexer no time que ganha? Imaginem o Brasil até irá emprestar recursos para o odiado FMI que há anos vinha periódicamente nos humilhar com suas constantes missões fiscalizadoras. Tudo isto deveria bastar; era só ligar o piloto automático. Mas nem assim a esquerda raivosa está satisfeita. A Venezuela é seu mantra, seu avatar...Os desastre do governo da república bolivariana é de dar pena. Falta de luz, inflação, endividamento externo,investidores fugindo e queda do PIB. Nem assim o cartaz do bolivariano cai pois até admitem que "Ele" pode dar palpites do que é bom para nós.O fel que os venezuelanos bebem com os desmando do seu presidente, tudo indica, que vai durar muito tempo para sua desgraça. Na Venezuela o vazio político representado por lideranças de oposição permite supor que o regime dificilmente cairá. Pois é um modelo como este que querem implantaraqui. O terceiro Plano de Direitos Humanos mostra que as esquerdas nunca aprendem e nunca esquecem.
Parecia o modelo anelado pelos petistas e que no Brasil não fora possível implantar.
Uma democracia plebiscitária, de pronunciamentos, de caráter claramente antiamericano, a supressão das liberdades e o ataque as oligarquias. O caminho para o partido único e um desprezo visceral por aquilo que desde Adam Smith constitui o exito do capitalismo: a livre iniciativa. Ora o PT por um golpe maquiavélico gestou aquilo que foi chamado Cartas aos Brasileiros que selou uma confiança do empresariado nacional e dos investidores estrangeiros. Não era, para um petista histórico, o governo dos sonhos. Pois este governo prometia manter a sacralidade dos contratos. No BC escolheu-se um chairman respeitado no mundo de Wall Street, executivo do Boston Bank e com força para não cair na tentação distributivista, num controle dos juros e da inflação.
E deu certo, no governo anterior as sementes já tinham sido plantadas. E o Brasil passa a ser atrativo para o investidor estrangeiro pois tinha arrumado sua casa. O povo sentiu o inestimável patrimônio que é ter uma moeda estável e baixa inflação. O presidente Lula auferiu os louros de tal sucesso. Não tendo muito a mexer manteve-se o cuidado nas contas e nos gastos públicos. O Brasil entrava no famoso "circulo virtuoso", onde milhões de brasileiros ingressaram no mercado de consumo e outros saíram da miséria absoluta. O Brasil, lógico tem ainda imensos problemas como a educação, saúde, máquina governamental paquidérmica e tendência ao gasto público desordenado e corrupção geral. Para que mexer no time que ganha? Imaginem o Brasil até irá emprestar recursos para o odiado FMI que há anos vinha periódicamente nos humilhar com suas constantes missões fiscalizadoras. Tudo isto deveria bastar; era só ligar o piloto automático. Mas nem assim a esquerda raivosa está satisfeita. A Venezuela é seu mantra, seu avatar...Os desastre do governo da república bolivariana é de dar pena. Falta de luz, inflação, endividamento externo,investidores fugindo e queda do PIB. Nem assim o cartaz do bolivariano cai pois até admitem que "Ele" pode dar palpites do que é bom para nós.O fel que os venezuelanos bebem com os desmando do seu presidente, tudo indica, que vai durar muito tempo para sua desgraça. Na Venezuela o vazio político representado por lideranças de oposição permite supor que o regime dificilmente cairá. Pois é um modelo como este que querem implantaraqui. O terceiro Plano de Direitos Humanos mostra que as esquerdas nunca aprendem e nunca esquecem.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Vidas Paralelas no Brasil-Vanucchi, Dilma e Tarso

Vanucchi, Tarso e Dilma nunca fizeram autocrítica!
Estes são os tres principais personagens ministeriais responsáveis pelo 3o Plano Nacional de Direitos Humanos, objeto do decreto assinado por Lula em Copenhagen:1-Paulo Vanucchi - Militante da Aliança Nacional Libertadora, dissidência mais violenta e mais à esquerda do então Partido Comunista do Brasil, o PCdoB, cujo objetivo ao combater a ditadura militar era substitui-la por uma ditadura comunista. Em 67, assassinado o líder, Carlos Marighella, Vanucchi já dava explicações a antigos companheiros sobre sua heterodoxa militância.
2-Dilma Roussef - Ela trabalhou na logística do assalto à casa da amante do ex-governador Ademar de Barros, 1969, de onde seu grupo da VAR Palmares roubou R$ 500 milhões. O dinheiro sumiu. A VAR Palmares tinha por objetivo combater a ditadura e implantar uma ditadura de esquerda no Brasil.
3-Tarso Genro - Na mesma época, no RS, flertava com grupos variados de comunistas, mas sempre foi mais ligado ao Partido Comunista Revolucionário Brasileiro, cujo objetivo era combater a ditadura militar e implantar uma ditadura de esquerda no Brasil.
(transcrito de Políbio Braga)
Vidas Paralelas ( bioi paralelloi)


Plutarco(42-26d.c.),
profícuo pensador grego do período romano. Autor de mais de 200 livros dentro da ética estóica.Como historiador escreveu Vidas Paralelas nas quais comparava os antigos gregos com romanos ilustres. Assim construiu biografias por contrastes de Aristides e de Catão o censor;Díon e Bruto;Demóstenes e Cícero. o exemplo de Plutarco teve muitos seguidores como Fénelon e até na literatura de cordel com "A conversa de Juscelino e Getúlio no céu".
Gramsci e a Tomada do Poder no Brasil
-Fotos de Tarso Genro~êmulo gransciano 

do PT e Antonio Gramsci
-
-Anatoli Oliynik
Em lugar algum no mundo o pensamento de Gramsci foi tão disciplinadamente aplicado como está sendo no Brasil, agora pelo PT, cuja nomenklatura governamental segue com rigor as orientações emanadas dos intelectualóides uspianos que dirigem o Foro de São Paulo e que têm como cartilha os Cadernos do Cárcere, de Gramsci. Quem não está familiarizado com as ideologias políticas, por certo estará perguntando: Quem foi Gramsci e qual sua relação com o comunismo brasileiro?Antonio Gramsci (1891-1937), pensador e político foi um dos fundadores do Partido Comunista Italiano em 1921, e o primeiro teórico marxista a defender que a revolução na Europa Ocidental teria que se desviar muito do rumo seguido pelos bolcheviques russos, capitaneados por Vladimir Illitch Ulianov Lênin (1870-1924) e seguido por Iossif Vissirianovitch Djugatchvili Stalin (1879-1953). Durante sua prisão na Itália em 1926, que se prolongou até 1935, escreveu inúmeros textos sobre o comunismo os quais começaram a ser publicados por partes na década de 30, e integralmente em 1975, sob o título Cadernos do Cárcere. Esta publicação, difundida em vários continentes, passou a ser o catecismo das esquerdas, que viram nela uma forma muito mais potente de realizar o velho sonho de implantar o totalitarismo, sem que fosse necessário o derramamento de sangue, como ocorreu na Rússia, na China, em Cuba, no Leste Europeu, na Coréia do Norte, no Camboja e no Vietnã do Norte, países que se tornaram vítimas da loucura coletiva detonada por ideólogos mentecaptos. Gramsci professava que a implantação do comunismo não deve se dar pela força, como aconteceu na Rússia, mas de forma pacífica e sorrateira, infiltrando, lenta e gradualmente, a idéia revolucionária.A estratégia é utilizar-se de diplomas legais e de ações políticas que sejam docilmente aceitas pelo povo, entorpecendo consciências e massificando a sociedade com uma propaganda subliminar, imperceptível aos mais incautos que, a priori, representam a grande maioria da população, de modo que, entorpecidos pelo melífluo discurso gramsciano, as consciências já não possam mais perceber o engodo em que estão sendo envolvidas.A originalidade da tese de Gramsci reside na substituição da noção de “ditadura do proletariado” por “hegemonia do proletariado” e “ocupação de espaços”, cuja classe, por sua vez, deveria ser, ao mesmo tempo, dirigente e dominante. Defendia que toda tomada de poder só pode ser feita com alianças e que o trabalho da classe revolucionária deve ser primeiramente, político e intelectual.A doutora Marli Nogueira, juíza do trabalho em Brasília, e estudiosa do assunto, nos dá a seguinte explicação sobre a “hegemonia”:“A hegemonia consiste na criação de uma mentalidade uniforme em torno de determinadas questões, fazendo com que a população acredite ser correta esta ou aquela medida, este ou aquele critério, esta ou aquela ´análise da situação´, de modo que quando o comunismo tiver tomado o poder, já não haja qualquer resistência. Isto deve ser feito, segundo ensina Gramsci, a partir de diretrizes indicadas pelo ´intelectual coletivo´ (o partido), que as dissemina pelos ´intelectuais orgânicos´ (ou formadores de opinião), sendo estes constituídos de intelectualóides de toda sorte, como professores – principalmente universitários (porque o jovem é um caldo de cultura excelente para isso), a mídia (jornalistas também intelectualóides) e o mercado editorial (autores de igual espécie), os quais, então, se encarregam de distribuí-las pela população”. Quanto à “ocupação de espaços”, pode ser claramente vislumbrada pela nomeação de mais de 20 mil cargos de confiança pelo PT em todo o território brasileiro, cujos detentores desses cargos, militantes congênitos, têm a missão de fazer a acontecer a “hegemonia”. Retornando a Gramsci e segundo ele, os principais objetivos de luta pela mudança são conquistar, um após outro, todos os instrumentos de difusão ideológica (escolas, universidades, editoras, meios de comunicação social, artistas, sindicatos etc.), uma vez que, os principais confrontos ocorrem na esfera cultural e não nas fábricas, nas ruas ou nos quartéis. O proletariado precisa transformar-se em força cultural e política, dirigente dentro de um sistema de alianças, antes de atrever-se a atacar o poder do Estado-burguês. E o partido deve adaptar sua tática a esses preceitos, sem receio de parecer que não é revolucionário. Isso o povo brasileiro não está percebendo, pois suas mentes já foram entorpecidas pelo governo revolucionário que está no poder.Desta forma, Gramsci abandonou a generalizada tese marxista de uma crise catastrófica que permitiria, como um relâmpago, uma bem sucedida intervenção de uma vanguarda revolucionária organizada. Ou seja, uma intervenção do Partido. Para ele, nem a mais severa recessão do capitalismo levaria à revolução, como não a induziria nenhuma crise econômica, a menos que, antes, tenha havido uma preparação ideológica. É exatamente isto que está acontecendo no presente momento aqui no Brasil: A preparação ideológica. E está em fase muito adiantada, diga-se de passagem. Segundo a doutora Marli Nogueira:“Uma vez superada a opinião que essa mesma sociedade tinha a respeito de várias questões, atinge-se o que Gramsci denominava ´superação do senso-comum´, que outra coisa não é senão a hegemonia de pensamento. Cada um de nós passa, assim, a ser um ventríloquo a repetir, impensadamente, as opiniões que já vêm prontas do forno ideológico comunista. E quando chegar a hora de dizer ´agora estamos prontos para ter realmente uma ´democracia´ (que, na verdade, nada mais é do que a ditadura do partido), aceitaremos também qualquer medida que nos leve a esse rumo, seja ela a demolição de instituições, seja ela a abolição da propriedade privada, seja ela o fim mesmo da democracia como sempre a entendemos até então, acreditando que será muito normal que essa ´volta à democracia´ se faça por decretos, leis ou reformas constitucionais”. Lênin sustentava que a revolução deveria começar pela tomada do Estado para, a partir daí, transformar a sociedade. Gramsci inverteu esses termos: a revolução deveria começar pela transformação da sociedade, privando a classe dominante da direção da “sociedade civil” e, só então, atacar o poder do Estado. Sem essa prévia “revolução do espírito”, toda e qualquer vitória comunista seria efêmera. Para tanto, Gramsci definiu a sociedade como “um complexo sistema de relações ideais e culturais” onde a batalha deveria ser travada no plano das idéias religiosas, filosóficas, científicas, artísticas etc. Por essa razão, a caminhada ao socialismo proposta por Gramsci não passava pelos proletariados de Marx e Lênin e nem pelos camponeses de Mão Tse Tung, e sim pelos intelectuais, pela classe média, pelos estudantes, pela cultura, pela educação e pelo efeito multiplicador dos meios de comunicação social, buscando, por meio de métodos persuasivos, sugestivos ou compulsivos, mudar a mentalidade, desvinculando-a do sistema de valores tradicionais, para implantar os valores da ideologia comunista.Fidel Castro, com certeza, foi o último dinossauro a adotar os métodos de Lênin. Poder-se-á dizer que Fidel é o último dos moicanos às avessas considerando que seus discípulos Lula, Morales, Kirchner, Vasquez e Zapatero, estão aplicando, com sucesso, as teses do Caderno do Cárcere, de Antônio Gramsci. Chávez, o troglodita venezuelano, optou pelo poder força bruta e fraudes eleitorais. No Brasil, por via das dúvidas, mantêm-se ativo e de prontidão o MST e a Via Campesina, como salvaguarda, caso tenham que optar pela revolução cruenta que é a estratégia leninista. Todos os valores que a civilização ocidental construiu ao longo de milênios vêm sendo sistematicamente derrubados, sob o olhar complacente de todos os brasileiros, os quais, por uma inocência pueril, seja pelo resultado de uma proposital fraqueza do ensino, seja por uma ignorância dos reais intentos das esquerdas, nem mesmo se dão conta de que é a sobrevivência da própria sociedade que está sendo destruída.Perdidos esses valores, não sobra sequer espaço para a indignação que, em outros tempos, brotaria instantaneamente do simples fato de se tomar conhecimento dos últimos acontecimentos envolvendo escancaradas corrupções em todos os níveis do Estado. O entorpecimento da razão humana, com o conseqüente distanciamento entre governantes e governados, já atingiu um ponto tal que, se não impossibilitou, pelo menos tornou extremamente difícil qualquer tipo de reação por parte do povo.Estando os órgãos responsáveis pela sua defesa – imprensa, associações civis, empresariado, clero, entre outros – totalmente dominados pelo sistema de governo gramsciano que há anos comanda o País, o resultado não poderia ser outro: a absoluta indenfensibilidade do povo brasileiro. A este, alternativa não resta senão a de assistir, inerme e inerte, aos abusos e desmandos daqueles que, por dever de ofício, deveriam protegê-lo em todos os sentidos. A verdade é que os velhos métodos para implantação do socialismo-comunismo foram definitivamente sepultados. Um novo paradigma está sendo adotado, cuja força avassaladora está sendo menosprezada, e o que é pior, nem percebido pelo povo brasileiro. O Brasil está sendo transformado, pelas esquerdas, num laboratório político do pensamento de Gramsci sob a batuta de Lula, o aluno aplicado, e a tutela do Foro de São Paulo.
Nota do blogueiro:não comungo com todas as teorias conspiratórias que por aí anda mas não custa divulgar este artigo porque faz pensar o Brasil de hoje.
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